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Crítica: Star Wars – O Despertar da Força

Finalmente vou escrever essa crítica! Desculpe a demora, mas sacomé, verba pequena, cinemas lotadíssimos e por aí vai. Mas enfim consegui ver esse filme. Ah, e pode ler sem medo de spoilers.

Eu sinceramente estava com um certo medo de Star Wars: O Despertar da Força. O motivo? Conforme fui conhecendo mais dos personagens eu disse: “Caramba, isso tá com muita cara de ser um ‘pseudo remake’ do Episódio IV e nada mais que isso”. Bom, o filme foi realmente um “pseudo remake”, mas ele conseguiu ainda assim trazer uma nova aventura.

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A primeira coisa que notei foi o ritmo do filme, algo que grande parte da saga Star Wars peca, J.J. Abrams não deixou a peteca cair nesse quesito. Mas sabe o que é ainda melhor que ritmo? A dupla de protagonistas Rey (Daisy Ridley) e Finn (John Boyega)! Meu Jesus Cristo, como ambos são carismáticos e talentosos! Mas não vou aprofundar muito falando deles pois não quero dar aquele spoiler maroto. Mas não posso deixar de falar BB-88 é igual a amor <3.

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No canto escuro, no lado sombrio da Força, temos Kylo Ren (Adam Driver gosto de chama-lo de Adão Motorista), o novo vilão. Sinceramente gostei muito do personagem, ele realmente é muito bom, mas como personagem. Kylo ainda não se provou ser um GRANDE vilão, mas lembra que Lord Vader também não era lá aquelas coisas no Episódio IV? O pessoal também reclamou muito quando ele tirava a máscara, mas nas duas vezes em que isso aconteceu, a cena foi realmente necessária.

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Alguns elementos do longa parecem serem forçados para um fan service, como quando temos a primeira aparição Millennium Falcon. Mas isso pode ser facilmente preenchido como se a Força fosse regente de tudo o que acontecia. Lembra no Episódio IV o droid que o tio do Luke compraria quebra e no fim eles levam o C-3PO e R2-D2? Era uma “forçação”. Ao menos eu creio assim, ou seja, a “forçação” funciona aqui.

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A trilha nova para o filme funciona, mas não é marcante quanto as já clássicas – e eternamente cantaroladas – músicas apresentadas. As músicas da trilogia clássica continuam sendo as mais marcantes por aqui.

Eu sinceramente procurei grandes defeitos em Star Wars: O Despertar da Força, eu não queria aparentar ser aquele fanboy sem senso crítico. Posso até apontar alguns personagens não tão explorados como a Capitã Phasma, mas o filme já foi pensado como o primeiro de uma nova trilogia. Ou seja, teremos tempo de ver esses personagens serem desenvolvidos.

Enfim acho que vocês entenderam meu ponto e hoje tenho que dar minha primeira nota máxima nesse site. 😀

NOTA

PS. Chorei quando aquele personagem morreu. Eu já sabia que ele morreria pois tomei spoiler na interwebs, mas a cena foi tão bem construída que não deu pra conter a emoção.

Comentários

  • PauloHDSousa

    Não sou fã de Star Wars e esse foi o 1º filme que minha noiva viu, ambos gostaram 🙂